Quais os mitos e verdades sobre o câncer de próstata?

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No Brasil, um homem morre a cada 38 minutos devido ao câncer de próstata, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional do Câncer (13.772 casos/ano). A doença representa 28,6% dos casos de câncer no homem, excetuando-se os tumores de pele não melanoma.

Não é possível preveni-la, mas o diagnóstico precoce está relacionado com a diminuição da mortalidade. Confira alguns mitos e verdades sobre essa doença!

Não tenho nenhum sintoma, então não preciso fazer o exame de toque?

Mito. O câncer de próstata é silencioso, raramente provoca sintomas. Por isso, a necessidade do exame preventivo. O paciente só irá manifestar sinais da doença quando o tumor se encontrar em estado avançado.

 

A próstata sempre aumenta quando o homem vai ficando mais velho e isso não quer dizer que ele está com câncer

Verdade. Isso acontece pela diminuição da produção do hormônio masculino, a testosterona, provocada pela idade. Quando isso acontece, ocorre o que chamamos de hiperplasia benigna da próstata, ou seja, o aumento da glândula. Esse aumento não está relacionado a nenhuma doença, é apenas uma situação fisiológica.

Histórico familiar pode aumentar o risco da doença?

Verdade. Os principais fatores para o desenvolvimento do câncer de próstata são o envelhecimento e a hereditariedade. Para quem tem histórico familiar, é recomendável fazer o exame de toque retal a partir dos 45 anos, cinco anos antes de quem não tem casos da doença na família.

O exame de toque retal não é necessário se eu fizer o exame PSA?

Mito. Os exames são complementares e por isso é importante que sejam feitos os dois. É possível que um homem com PSA normal esteja com câncer ou aquele com o PSA alterado não tenha a doença.

O tratamento do câncer de próstata sempre causa impotência

Mito. Dos homens que apresentavam uma boa função sexual antes do tratamento continuarão com uma boa função no pós-tratamento. Pode existir uma pequena perda da função sexual, mas seria algo temporário apenas alguns meses depois de ter passado pelo tratamento, o que voltaria ao normal com o tempo. São poucos os casos em que os pacientes apresentam impotência sexual permanente.

 

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