Quantos ultrassons são feitos na gravidez?

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Durante a gestação é indicado realizar alguns exames de extrema importância para acompanhamento de saúde da futura mãe e do bebê. Um dos mais conhecidos é o ultrassom. Além de revelar o sexo do bebê antes de nascer, esse exame fornece informações como, por exemplo, se há alterações estruturais no bebê e presença de doenças cromossômicas, principalmente a Síndrome de Down.

O ultrassom faz mal para o bebê?

As ondas sonoras que o aparelho de ultrassom emite se chocam com a parte sólida do que encontra pela frente, assim formando imagens. Esse exame é inofensivo para mamãe e bebê, pois não usa nenhum tipo de radiação, e seus sons não são audíveis, então não se preocupe se precisar fazer ultrassons na gravidez, ou mais do que quantidade indicada.

Primeiro ultrassom: entre 5ª a 8ª semana
Visualizar o embrião e o saco gestacional, calcular o tempo de gravidez e a data provável do parto. Normalmente, se realizado após a sexta semana, possibilita ainda ouvir os batimentos cardíacos do embrião.

Segundo ultrassom: entre 11ª a 14ª semana

No ultrassom morfológico do primeiro trimestre é possível realizar a translucência nucal: medição da região da nuca do bebê para investigar se há alterações como a Síndrome de Down ou a hidrocefalia.

Terceiro ultrassom: entre 18ª a 24ª semana

Este exame serve como método diagnóstico de má-formação fetal. A sensibilidade do método gira em torno de 85%, ou seja, em torno de quinze por cento das más-formações fetais não serão diagnosticadas. Dá pra ver detalhes, como os dedinhos do bebê.

Quarto ultrassom: entre 29ª a 32ª semana

É normalmente o último exame desse tipo e serve para avaliar a condição e funcionamento da placenta, bem como para perceber se o bebê já se posicionou para o parto, com a cabeça virada na direção do colo uterino.

Em que casos o obstetra costuma solicitar exames mais sofisticados de ultrassom, como doppler ou 3D?
O ultrassom com doppler é indicado para avaliar a circulação da mãe para o bebê e para checar o fluxo nos vasos internos do bebê. É importante nos casos de diabetes, hipertensão e retardo de crescimento fetal, por exemplo. Já o ultrassom 3D nos permite enxergar as estruturas fetais em três dimensões, melhorando muito a visão da anatomia de superfície, principalmente do rostinho do bebê.

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