Você sente dores nas articulações? Saiba o que pode ser

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Sentir dor nas articulações é algo bem comum, afetando milhões de pessoas em todo o mundo. No entanto, ela pode ter diferentes causas, algumas mais graves e outras facilmente curáveis. O fato é que se não for tratada a tempo, pode se tornar algo crônico e com sérias implicações. Conheça algumas causas em nosso post!

 

Bursite

Bursas são sacos cheios de líquido que ficam sobre suas articulações. A lubrificação ajuda a reduzir o atrito durante o movimento. Bursite é uma inflamação das bursas, que causam dor e desconforto no local afetado, limitando a maneira que você move suas articulações.

 

Gota

Uma alimentação rica em proteína também pode afetar as articulações. Ao comer muita proteína, seu corpo produz uma alta quantidade de ácido úrico. Como o corpo não consegue excretar tudo, isso pode causar uma intensa reação inflamatória.

 

Conhecida como gota, é um dos tipos mais dolorosos de artrite existentes. Os sintomas podem incluir calor, inchaço, vermelhidão e dor intensa.

 

Osteomielite

Pode resultar quando as bactérias ou fungos invadem um osso. Em crianças, infecções ósseas ocorrem nos ossos longos dos braços e pernas. Em adultos, geralmente aparecem nos quadris, coluna e pés. Normalmente, o primeiro sintoma a aparecer é a dor no local da infecção. Outros sinais comuns são febre e calafrios, vermelhidão na área infetada, irritabilidade, inchaço e rigidez.

 

Artrite reumatoide

A artrite reumatoide é um tipo diferente de desgaste que geralmente se desenvolve com a idade. É uma enfermidade autoimune mais comum entre mulheres. Articulações inchadas e sensação de rigidez matinais são sintomas clássicos da doença. A pessoa também pode ter fadiga, febre ou perda de peso sem motivo aparente.

Fibromialgia

Ainda não foram identificadas as causas da fibromialgia, mas é um distúrbio ligado ao sono, ao sedentarismo, à fadiga e à ansiedade. É uma dor crônica generalizada nas articulações, com grande sensibilidade nos tendões e nos músculos.

 

Também é mais frequente em mulheres, em especial as na faixa dos 20 aos 50 anos. A doença não tem cura, mas pode ser amenizada com o uso de medicamentos e, sobretudo, com a prática de exercícios físicos.

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