Quando procurar um geriatra?

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Sabemos que cuidar da saúde é importante em todos os momentos de nossa vida. Porém, quando envelhecemos algumas cautelas precisam ser redobradas, pois a passagem dos anos acarreta em algumas mudanças no organismo que acabam deixando a nossa saúde mais debilitada. É nesse momento que surge a questão: quando devo procurar um médico geriatra?

Quais as funções do geriatra?

O trabalho do geriatra baseia-se em dois pilares: Primeiro, o respeito pela autonomia do paciente. A pessoa idosa é protagonista de sua vida e é ela quem deve tomar as decisões a respeito de sua própria saúde, enquanto tiver capacidade decisória. O que não acontece, por exemplo, em uma situação de demência, em que um responsável legal assume a tomada de decisões.

O segundo pilar é a manutenção da capacidade funcional, que consiste em avaliar o quanto a pessoa é independente para as atividades do dia a dia como tomar banho, se vestir, comer, usar um sanitário ou realizar atividades sociais. A intervenção do geriatra tem por objetivos valorizar a pessoa e sua capacidade de tomar decisões a respeito do seu tratamento.

Afinal, qual idade mínima de visitar esse profissional?

A idade mínima para visitar o geriatra não é depois dos 60 anos, como muitas pessoas acreditam. Para os homens, o aniversário de 30 anos representa o início do declínio hormonal, e essa regra também vale para as mulheres. A chegada da menopausa, aos 40 ou 50 anos, é o alerta para buscar o especialista em envelhecimento. Abandonar preconceitos e abraçar a ideia de que a velhice virá, saudável ou não, é o que pregam os especialistas nessa área.

Apenas o acompanhamento do geriatra é necessário?

Sempre é indicado que o geriatra esteja acompanhado de uma equipe multidisciplinar, composta por nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos e gerontólogos, pois muitas vezes o idoso vai ao geriatra pensando que vai conseguir todos os remédios para as doenças, e essa não é a função dessa especialidade.

Qual o diferencial de um geriatra?

O geriatra é muito importante no cuidado do idoso por ter uma visão do paciente bem diferente da dos demais especialistas, que muitas vezes é geral. É como um clínico geral ou um pediatra, que cuida de crianças, mas entendendo cada particularidade do idoso e do processo de envelhecimento.

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